Devemos dar um triste adeus à empatia e à civilidade humanas? A família humana está perdendo sua humanidade? É algo que nos faz pensar. O assassinato de Charlie Kirk causou profunda dor em multidões, enquanto outros “explodiram em celebração satânica.”
O site LifeSite News noticiou: “Um professor de Toronto foi suspenso depois de, supostamente, obrigar os alunos a assistir ao vídeo do assassinato enquanto lhes fazia uma palestra sobre ‘antifascismo, antitrans’ e dizia que Kirk ‘merecia’ aquilo.” Diga isso à sua viúva, tomada pela dor, e aos filhos que agora ficaram sem pai. Uma vida foi tirada. E diga o que quiser sobre Charlie Kirk — eu só tenho respeito por um homem que impactou uma geração de jovens, declarando corajosamente sua fé em Deus e falando contra a agenda destrutiva que é contrária a Deus, à família e à própria humanidade. — S. Mutch
Isso não foi um ataque político; foi espiritual em sua essência. Um homem foi alvo… porque ousou falar sobre verdades absolutas em uma cultura que fez da ambiguidade o seu ídolo. Ele ousou afirmar que o bem e o mal não são construções sociais, que a verdade e a falsidade não são intercambiáveis, que o gênero não é algo fluido, que o aborto é assassinato, que a masculinidade piedosa sustenta uma civilização funcional e que existem padrões divinos muito mais elevados do que os caprichos humanos. Por isso, foi desprezado — e, por isso, acabou sendo silenciado.
Há uma comoção palpável entre os jovens do mundo — inquietos e em busca de algo — cansados das promessas vazias de uma vida sem o poder transformador de Jesus Cristo. Eles estão fartos de ouvir que nada importa, que a vida é um acidente, que a verdade é aquilo que cada um decide que seja. Eles anseiam por algo mais elevado, algo que os conecte à eternidade. E Charlie, embora imperfeito como todo homem, foi uma centelha que acendeu esse anseio em muitos deles. Ele os direcionou para Deus, enquanto a cultura ao redor insistia em apontá-los apenas para si mesmos. E, para milhões, essa centelha não morrerá simplesmente porque o homem que a acendeu foi abatido.
Estamos envolvidos em nada menos do que uma luta existencial — a eterna batalha entre a luz e as trevas. A razão pela qual as palavras de Charlie feriram tão profundamente é que elas expuseram aquilo que os relativistas morais desejam esconder. No fundo, todos sabem que os absolutos existem, mas multidões foram condicionadas a temer um mundo que as obriga a encarar essa realidade. A presença dele lhes lembrava que o cinismo é um refúgio vazio, e sua voz rasgava a névoa que haviam construído ao redor de si mesmos; assim, quando a razão falhou, recorreram à arma.
Ele despertou uma geração que não será silenciada, pela graça de Deus. O tempo de silêncio acabou, e o tempo de coragem é agora.


